" o poeta é um fingidor "

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

CONFORME O INCONFORMISMO

Estendo-me ao comprido,
Tomando um sonhos como realidade.
Todo este tempo há já muito decorrido,
Apazigua toda a minha felicidade!

E aquele que ousar
Desafiar o medo por si só,
Encontrará apenas a cinza e o pó,
Das memórias que o fizeram chorar.

Solta-te do passado imperfeito,
E acomoda-te assim ao leito…
Que te guia ao futuro taciturno
Metade presente, metade nocturno.

És o tal,
Que resiste á prisão fatal.
Sem receio de questionar,
E que tanto insiste em sonhar!

Quimeras e devaneios,
Dispersam-se na utopia…
Dos intensos anseios,
De viver eterna fantasia.



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