No chão, o reflexo fragmentado
Lascas soltas, que me adiam sem razão.
Abre a porta do conhecimento que foi emanado,
E torna-te vitima do teu coração!
Vou viver,
Até morrer.
É com magoa que me torno nostálgico,
E recordo o tempo que passou.
A saudade do aroma mágico
E a essência cujas lágrimas secou.
Rugidos sonantes,
Fogem de dentro de mim.
A solidão e a melodia são os meus amantes,
E singular, escuto, o ruído que não tem fim.
Acorda assim,
A alma que já está morta.
Sente,
A vida que por ti passa de repente.
Suplica,
Pelo momento que não se duplica.
Por fim adormece,
Sereno sem arrependimento, que ninguém esquece!

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