" o poeta é um fingidor "

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

IMUNE

Consigo viver,
O resto da minha vida.
Até perecer...
E aí serei imune a qualquer ferida.

Apenas se resume a tudo,
A este silêncio mudo.
Não há diferença,
Em crer nesta indiferença.

Livre serei,
Para assim mudar.
Livre ficarei,
Perpétuamente a sonhar.

Cumprimento o tormento.
Digo adeus á melancolia,
E no seu falecimento
Saúdo a eterna harmonia.

E quando deixar de sonhar,
Somente a escuridão irei encontrar... 





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