" o poeta é um fingidor "

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

“O HOMEM LIXO”


Ganham o pão dado,
E às escuras…
Limpam o que lhes é presentiado,
Nas velhas e rotinosas ruas.
Profissionais nocturnos,
Deambulam taciturnos
Por entre os ruidosos lares,
Por entre os silenciosos mares
Que impedem o aroma,
De se entranhar nesta eterna maratona.
E assim,
Permanecem enfim
A viver,
Sempre…com o tempo a correr.


Sem comentários:

Enviar um comentário