Ganham o pão dado,
E às escuras…
Limpam o que lhes é presentiado,
Nas velhas e rotinosas ruas.
Profissionais nocturnos,
Deambulam taciturnos
Por entre os ruidosos lares,
Por entre os silenciosos mares
Que impedem o aroma,
De se entranhar nesta eterna maratona.
E assim,
Permanecem enfim
A viver,
Sempre…com o tempo a correr.